Acredito que todos que ouviram ou não falar da Operação Prato, quando pesquisa na internet acha muitas informações, conseguimos facilmente passar dias e dias pesquisando sobre o assunto, como já conheço diversos vídeos, textos sobre esse assunto, decidi fazer um resumo detalhado do que sei, a intenção não é fazer com que você não pesquise por si próprio, mas sim adiantar algumas informações que vocês irão encontrar no caminho.
Trago também informações “novas” de uma testemunha que participou do Pós Operação Prato e que muitas pessoas desconhecem.
Tudo que está nesse texto foi retirado de textos e vídeos e estão todos disponíveis na internet, todas as fontes serão citadas no final do texto.

O que foi a Operação Prato?

Foi uma Operação militar de investigação ufológica, conduzida SECRETAMENTE pela FAB ( Força Aérea Brasileira ) em 1977 na ilha de Colares no Estado do Pará.

Como ficou conhecida publicamente?

A Operação Prato ficou conhecida publicamente em 1997 quando o ex comandante da FAB o senhor, Uyrange Hollanda, resolveu vir a público e falar o que sabia. Nesse ano ele já estava reformado e resolveu revelar suas informações, dando uma entrevista para a revista UFO. Entrevista essa que está disponível no youtube e vocês podem acessa-la através do link que está no fim desse texto.

O que acontecia em Colares e em que consistia essa Operação?

A ilha de Colares fica no litoral fluvial do Pará à cerca de 80 km de Belém, a ilha tinha cerca de 10 mil habitantes mas sua população começou a diminuir drasticamente devido ao ataque de supostas bolas de luz que sobrevoavam a ilha e que além de sobrevoarem, emitiam contra suas vítimas, geralmente ribeirinhos, raios de luz que atingiam as mulheres no peito esquerdo, logo abaixo do ombro e homens na jugular e na coxa esquerda, os animais também eram atacados.
Devido ao caos que se instalou na ilha e devido ao estranho fenômeno, os militares da FAB resolveram tentar entender o que se passava, já que os ovnis estavam invadindo o espaço aéreo brasileiro e sequer era notado pelos radares, entre os meses de setembro e dezembro de 1977 o comandante Uyrange Hollanda, junto com mais alguns militares, ficou encarregado de desvendar o mistério.
Hollanda começou a entrevistar as vítimas que relatavam serem atingidas por luzes que vinham de uma bola de luz, luzes semelhante a emissões de laser e que através dessas luzes, era extraído sangue, as vítimas diziam que conseguiam ver 3 tipos de luzes e 3 tipos de cores quando atingidas, as luzes tinham as seguintes funções:
1ª – paralisava a vítima
2ª- retirava o sangue
3ª – implantava uma espécie de chip ( falaremos mais abaixo sobre isso).

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Essa luz ficou conhecida pelos moradores como, chupa-chupa, pois elas chegavam a extrair o sangue, deixando a vítima em estado de choque não por causa do susto em si, mas sim por causa do raio.
Essas informações foram confirmadas pela Dra Welaide Cecim, médica do posto médico de Colares na época, posto esse que começou a receber números grandes de pessoas atingidas. A Dra Welaide dizia que o como consequência dessa queimadura, as vítimas ficavam apáticas, não comiam por dias e tinham atitude de pessoas depressivas, mas esses sintomas desapareciam com o tempo. O machucado em si, inexplicavelmente cicatrizava de forma extremamente rápida e completamente fora do normal.
O que mais choca nos testemunhos das vítimas era que eles diziam que essas bolas, naves apareciam do nada, podiam eles estarem deitados em suas camas, redes, e o teto de suas casas ficavam invisíveis, o ovni aparecia e emitia a luz sem chance de conseguirem escapar e o teto voltava ao normal logo após o ataque.

Porque a Operação durou apenas 3 meses?

Conforme as investigações avançavam e os militares devido a suas vigílias começaram também a ver os ovnis e a testemunharem, a FAB recebeu a visita de militares americanos, visita essa que disponibilizou material avançado para que os militares brasileiros pudessem tirar fotos e filmar tais fenômenos, isso foi feito.
Numa noite em uma de suas vigílias, Hollanda e sua equipe tiveram o oportunidade de contato com um dos seres, uma nave em forma de bola de futebol americano ( assim descrita por ele ) parou de frente ao acampamento e dela saiu flutuando um ser que não trocou nenhuma palavra com ninguém, apenas observou e voltou para a nave. Nesse episódio em questão, não foi possível filmar, porém, os militares tiveram outras oportunidades de faze-lo e conseguiram. Obviamente essas fotos e filmagens não foram disponibilizadas pela FAB como alguns relatórios que foram e que estão disponíveis para quem quiser baixa-los. ( link no final do texto )
Quando Hollanda estava no auge de suas investigações, cheio de materiais, vídeos, seu superior informou que era necessário pararem as investigações, dando margem a entender que os americanos ficaram responsáveis pela Operação Prato anonimamente. Hollanda sem poder se opor, acatou a ordem, porém, continuou suas investigações também anonimamente.
Como ele estava intimamente envolvido com a investigação, começou  a acontecer em sua casa fenômenos estranhos, por exemplo, numa noite em seu quarto, dois seres apareceram, um deles apareceu na sua cabeceira e o outro no seu pé, segundo Hollanda um dos seres chegou a dizer com voz robótica:
– Não vamos lhe fazer mal.
Depois desse episódio, Hollanda e sua família relatam que coisas estranhas aconteciam em sua casa, como copo cair e não quebrar, objetos cair de estantes e o mais interessante, apareceu em seu braço, uma espécie de chip que inclusive ele mostra no final da entrevista.
Hollanda faleceu meses depois de ter dado a entrevista, segundo as informações da mídia, ele suicidou-se e assim acabou a Operação Prato definitivamente…
Porém, quase 30 anos após a Operação e mais de 15 anos após a morte de Hollanda, surge uma testemunha importante que também decide falar o que sabe, o senhor Vitório Peret.

Vitório Peret hoje é aposentado, mas trabalhava na aviação civil, na época da Operação Prato já era ufólogo, era amigo pessoal de coronel Uchoa, para quem não conhece, Uchoa é um ícone do assunto ufológico no Brasil, ambos participavam de reuniões e encontros que também eram frequentados por Uyrange Hollanda, sendo assim ambos se conheciam e viraram amigos.

Se até aqui vocês acharam as informações bombásticas, continuem lendo o que o senhor Peret diz.

Peret conheceu Hollanda numa reunião sigilosa e a partir daí virou amigo pessoal de Hollanda começando então a fazer parte das investigações da “pós” Operação Prato.
Depois disso as informações são as seguintes, vamos por tópicos.

Sobre as cores dos raios que acertavam as vítimas…
Os militares chamavam o lugar atingido de “foco”, como descrito acima, eram 3 tipos de raios, 1 paralisava a vítima, 2 uma espécie de tubo fino colhia o sangue e dentro desse tubo havia 3 tipos de cores diferente, nesse um 3º tubo fixava um chip.
Dentre os militares envolvidos nas pesquisas tinham alguns aviadores médicos que acompanhavam e participavam da operação dentro do posto de Colares, militares esses que não eram do conhecimento da Dra Welaide, um deles era médico particular do General Uchoa. Foi aí que desenvolveram uma teoria sobre os chips das luzes que eram vistas através do interior desse filamento, correspondiam a 3 tipos de chips.

1 – Mineral
2 – Orgânico
3 – Mentaloide

Cada um deles tinha uma finalidade, a teoria desenvolvida por eles era a seguinte:
O chip orgânico era responsável pela monitoração do comportamento da pessoa através do sistema nervoso central onde era enraizado, ele analisava também as emoções da pessoa, dentre outras coisas.

O mentalóide monitorava o dia dia da pessoa.

Segundo Peret, o mais importante era o chip orgânico porque ele estudava as patologias, as doenças, o sistema imunológico.

Outros lugares onde também houveram esses fenômenos…
Segundo Peret, esses fenômenos não aconteceram apenas em Colares, também ocorreram no interior do Ceara, Piauí e do Acre. Pessoas também nesses lugares foram atingidas por esses raios.

Sobre a descrição dos seres…
Foram descritos pelos moradores como eram fisicamente esses tripulantes.
Eles descreviam como seres altos mais de 2 metros, tanto loiros quanto de cabelos negros, olhos oblíquos, os uniformes eram brancos que se auto-iluminavam, botas até os joelhos, os cintos eram largos com uma fivela com botões em suas bordas. Segundo os moradores esses seres caminhavam pelas vilas naturalmente.
Uma observação importante é a de que as descrições dos moradores bateM com as dos militares.

O caso da mulher “suíça” que comprou uma parte da ilha…
Ao lado da ilha de Colares, existe uma outra ilha chamada, ilha do Meio, essa parte da história é uma investigação pessoal do Hollanda.
Nessa ilha e nas outras da proximidade, muitas esferas luminosas sobrevoavam fazendo com o que os barqueiros se afastassem por medo.
Nessa época chegou na região uma mulher descrita por todos com uma aparência muito estranha, sua nacionalidade era suíça, tinha um passaporte inglês e residia em Paris. A descrição era de uma mulher franzina com um metro e meio de altura, olhos azuis oblíquos. Essa mulher interessada no litoral paraense, conheceu um barqueiro chamado, João Olaia, ele transportava essa mulher que quando chegou na ilha do Meio, se encantou com o lugar, nesse local moravam cerca de 8 famílias de pescadores, a mulher fez então uma proposta de comprar todas as terras dessa ilha, mas os pescadores se recusaram pois viviam da pesca, a mulher ofereceu mais dinheiro e os pescadores tentados, concordaram, porém, ela tinha uma exigência, ela queria que os moradores saíssem no dia seguinte da ilha. No outro dia ela foi até Bragança, registrou em cartório essa compra. Segundo relatos, a mulher não ficava o tempo todo na ilha, porém quando voltava, sempre trazia cerca de 20 homens com ela, homens esses segundo os moradores da região, também muito estranhos e de comportamento e vestimenta igualmente estranhos, eles falavam um idioma que apenas ela podia traduzir e quando questionada de quem eram eles, ela dizia que eram cientistas.
Continuando com os hábitos estranhos, essa mulher chegava a comprar semanalmente cerca de 200 kg de peixe, a quantidade chamou a atenção dos pescadores do mercado onde ela comprava os peixes e eles começaram a segui-la, eles notaram que os homens que chegavam com ela na ilha pela manhã, a tarde já não estavam mais lá, nem ela e nem os homens e ninguém via a presença de qualquer transporte seja aéreo ou fluvial que pudesse te-los levado.
Devido ao grande número de peixes comprados por ela, Hollanda começou a achar estranho, o Brasil vivia na época um regime militar e começaram a suspeitar que ela poderia estar alimentando guerrilheiros. A ilha em questão ficava a 5 horas de barco da ilha mais próxima, detalhe, essa ilha não tinha luz. Hollanda chegou na ilha do Meio onde sequer haviam residentes, foram até a casa da mulher, chegando lá viram que a casa não tinha porta, não tinha janela, não tinha cama, rede, não tinha fogão, ou seja, não tinha absolutamente nada e principalmente não tinha nenhum vestígio de peixe.
As luzes vistas pelos residentes das ilhas próximas, só se apresentavam quando a mulher estava na ilha. Os moradores por medo, fizeram então uma denúncia na polícia civil de Belém, a polícia chegou a prender a mulher, fizeram uma investigação de 3 dias e liberaram por falta de provas que pudessem desabonar sua conduta.
Ela voltou à Paris e depois de 8 meses fora, voltou para a ilha com mais dinheiro e sua intenção parecia ser continuar comprando mais e mais peixe, até que uma nova denúncia foi feita porque ela começou a caminhar nua pela ilha durante o dia e a noite segundo testemunhas, ela flutuava sob as águas, o medo dos pescadores era tanto que eles ficavam vigiando a mulher dia e noite.
Depois da denúncia feita, a polícia civil passou a bola para a polícia federal que prendeu a mulher, levaram para Brasília, fizeram uma investigação de poucos meses mas acabaram liberando a mulher que voltou para a Ilha que ela comprou. As aparições de ovnis se intensificaram e sob uma nova denúncia ela foi presa pela polícia civil. Os policiais a levaram presa, passaram por um mercado, quando desembarcaram ela pediu para ir ao banheiro, e de lá, desapareceu.

Julgando essa história muito estranha, Hollanda buscou informações mais precisas sobre ela, depois de desaparecida à mais de 8 meses a polícia federal junto com a INTERPOL numa investigação, descobriu que o passaporte dessa senhora que tinha o nome de Elisabeth era falso e pertencia a uma polonesa que havia desaparecido em 1949, outra curiosidade, em 1986 houve um terremoto em Los Angeles e essa mesma mulher foi fotografada ajudando as vítimas do terremoto, vestida de enfermeira, essa fotografia foi publicada no jornal, a INTERPOL soube e efetuou uma busca e ela nunca foi localizada.

O contato de 3º Grau de Hollanda com o ser da nave…
Hollanda deixa claro que teve um contato com um ser, contato esse que foi filmado e fotografado mas obviamente não disponibilizado. E o curioso é que logo após esse contato, as investigações por parte da FAB foram “encerradas”.

Alguns vídeos gravados pelos militares vistos por Peret…
Peret afirmou ter visto dois vídeos disponibilizados por Hollanda, mas o que chama mais a atenção em um desses vídeos, é que ficou claro que os ovnis tinham também bases debaixo d’água pois um dos objetos foi filmado saindo da água e levantando voo.Um dos locais de onde eles saiam, era perto do farol de Colares, a profundidade ali chega a 50 metros.

O envolvimento dos EUA na Operação Prato…
Segundo Hollanda, ele tinha convicção de que os aparelhos eram de origem extraterrestres, assim como também eram seus ocupantes. Ele deixou claro também que qualquer militar precisa ter noção sobre meteoreologia, aviação e tudo que envolva o espaço aéreo de seus países, portanto ficou claro para ele que aqueles aparelhos que voavam na Amazônia não se tratavam de nenhum tipo de experiência de algum outro país. como o Japão como era as suspeitas de muitas pessoas na época.
As fotografias e vídeos que ele tinha gravado, simplesmente desapareceram da FAB e segundo suspeitas dele, o Brasil e os EUA eram signatários de um projeto ultra secreto denominado Projeto UNO, projeto esse que envolvia não só o Brasil mas todos os países latino americanos. O Projeto dava direito aos EUA de recolher todo o material que foi obtido pelos militares, relatórios, gravações, fotografias, filmes, inclusive corpos de supostos acidentes naquela região. E claro, tudo foi levado para os EUA segundo suspeitas do Hollanda.
Foi descoberto também, em 1975 que um astronauta americano mudou-se para a Baía do Sol, nas paredes da casa desse astronauta, foram encontradas desenhadas fórmulas matemáticas. ( vídeo no fim do texto )
Esse americano segundo testemunhas locais, tinha um barco veloz, de alumínio e buscava os mantimentos dele em alto mar que era lançado por um avião bimotor que sobrevoava a baía duas vezes por semana. Segundo seus vizinhos naquele período ele possuía laptop e uma série de equipamentos eletrônicos que só hoje temos conhecimento. Ele montou em sua casa uma estação de rádio amador com um sinal tão bom que nem Belém na época tinha.

Uma base secreta americana no Amapá…

Essa parte da história é apenas a título de curiosidade e também foi parte das investigação do Hollanda.
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Imagem retirada da Palestra de Vitório Peret

A base segundo as investigações de Hollanda, foi escondida pelo governo brasileiro por anos, mas ele descobriu que ela foi construída na 2 Guerra Mundial para monitorar o litoral brasileiro, os americanos pousavam nela com aviões que eram usados para lançar torpedos contras as embarcações que vinham para o litoral brasileiro ( região deserta )

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Os aviões americanos estavam em busca dos submarinos alemães, consta que esses aviões afundaram dois submarinos alemães, tanto que os cascos ainda estão lá.

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Fotos pertencem ao governo no Amapá

Essa era uma das aeronaves que atuavam nesse lugar, aeronaves americanas que estavam em busca dos submarinos alemães no litoral brasileiro.

DOCUMENTOS DA OPERAÇÃO PRATO LIBERADOS PELA FAB
http://www.fenomenum.com.br/ufo/governos/documentos/docprato

Fontes: 

Entrevista com Uyrange Hollanda

Palestra de Vitório Peret
https://www.youtube.com/watch?v=m56JJ4P-2yk&t=1990s

Investigação de Vitório Peret nos dias de hoje

https://www.youtube.com/watch?v=2vH1P9VX2n0&t=651s

 

 

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